Casquinhas e sorvetes artesanais feitos na casa, com ingredientes de verdade — desde 2019, em três endereços de São Paulo.
A Pinguina produz o próprio sorvete e a própria casquinha, sem gordura hidrogenada, corantes, aromatizantes, espessantes, aditivos artificiais ou bases prontas. O sabor vem do ingrediente — não do laboratório.
Priorizando o que é fresco e, sempre que possível, brasileiro.
Feito em pequenas quantidades, com técnica e acompanhamento de perto.
Uma máquina italiana de sorvetes de 1968, restaurada pelos fundadores.
Aromática e crocante — o cheiro chega antes de você entrar na loja.
Um cardápio rotativo que valoriza o melhor de cada estação.
As casquinhas são feitas na hora, direto na loja — por isso costumam anunciar a Pinguina antes mesmo de você chegar à porta. Aromáticas, crocantes e, segundo quem já provou, meio viciantes.
A Pinguina trabalha com um cardápio rotativo: os sabores mudam com a estação e com a disponibilidade de cada ingrediente. Consulte a vitrine do dia na loja, no iFood ou na Keeta antes de escolher o seu.
O carro-chefe da casa — um dos sabores mais pedidos, presente com frequência na vitrine.
A escolha mais refrescante do cardápio, ótima para os dias mais quentes.
"Os sabores mudam com a estação."
Entre clássicos e sabores autorais, a Pinguina dá espaço a frutas brasileiras pouco comuns em sorveteria — parte do que torna cada visita uma descoberta.
Fruta nativa do Brasil, de casca escura e polpa doce.
Parente do cacau, com polpa cremosa e aroma marcante.
Fruta ácida e aromática, comum no Norte e Nordeste.
Semente amazônica de aroma adocicado, usada como especiaria.
Fruta amazônica de sabor cítrico e levemente adstringente.
Fruta pequena e ácida, típica do Norte e Nordeste do Brasil.
A Pinguina abre as portas, fundada por Larissa Schutze e João Naufal, com uma proposta simples: sorvete artesanal de verdade.
Os fundadores restauram uma máquina italiana de sorvetes de 1968, usada até hoje para acompanhar a produção de perto.
Ingredientes brasileiros como jabuticaba, cumaru e cajá entram na vitrine ao lado de clássicos revisitados.
A Pinguina cresce para mais dois endereços, mantendo a mesma produção artesanal em cada casa.
Vila Madalena, Pompéia e Vila Buarque — cada uma com a mesma vocação: sorvete feito do zero.
A Pinguina vem aparecendo com frequência em roteiros e listas de sorveterias de São Paulo — de guias editoriais a criadores de conteúdo gastronômico.
A Pinguina figura em roteiros e listas dedicadas às melhores sorveterias artesanais da cidade, incluindo menções ligadas ao "Melhor de São Paulo", da Folha de S.Paulo, em 2024.
Visitantes costumam destacar a casquinha servida quentinha, os sabores brasileiros como jabuticaba e cajá, e o clima acolhedor perto do Beco do Batman.
Sorvete na casquinha e no copinho é só o começo. A Pinguina também serve milkshakes, brownie, cookie e picolés.
Além de pinguins, cachorros também são bem-vindos por aqui.
A cada 5 selos, você ganha um sorvete de 1 bola. Dá pra completar rapidinho.
Produtos além do sorvete na casquinha e no copinho, pra todos os gostos.
Terça a domingo, das 12h às 19h, nas três unidades — segundas-feiras fechado. Confirme o horário no Google Maps antes de visitar, já que pode variar em datas especiais.
Rua Dr. Miranda de Azevedo, 637 — Pompéia, São Paulo
Terça a domingo, 12h às 19h
Rua Medeiros de Albuquerque, 337 — Vila Madalena, São Paulo
Terça a domingo, 12h às 19h
Rua Martinico Prado, 471 — Vila Buarque, São Paulo
Terça a domingo, 12h às 19h
Cada unidade produz seu próprio sorvete e sua própria casquinha — por isso vale a pena visitar mais de uma.
Escolha a unidade mais perto de você e peça pelo iFood, 99Food ou Keeta. Dentro do app, busque por "Pinguina Sorveteria" e selecione o endereço do seu bairro.
Unidade selecionada: Pompéia — Rua Dr. Miranda de Azevedo, 637. Disponibilidade de cada plataforma pode variar por unidade; confirme dentro do app.
Casquinha e sorvetes artesanais feitos do zero, com ingredientes de verdade e sem gordura hidrogenada.